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Drufs

drufsEm Drufs os personagens se assemelham muito com os humanos: eles têm família, rotinas, aspirações e sentimentos. A diferença é que eles são bem pequenininhos, do tamanho dos dedos da mão. Na escola, os Drufs também têm tarefas de casa, e é aqui que conhecemos mais sobre esses divertidos personagens: numa das lições propostas pela Professora Rubi, ela pede que cada aluno escreva coisas interessantes ou desinteressantes sobre sua família e traga uma foto de seus parentes. Por meio da descrição que os 16 alunos elaboram sobre eles, conhecemos famílias com as mais diversas personalidades, hábitos, preferências e configurações. É aqui que a imaginação e o bom humor da autora entram em ação: os relatos dos Drufs aliadas às divertidas ilustrações nos relembram que cada família é única, seja pela maneira como vivem, pelas questões que marcam suas relações ou pelos integrantes que compõe cada uma delas.
Em um minucioso trabalho para transformar seus dedos em cabelereiros, coisólogos, costureiros, cozinheiros, limpadores de casas mal assombradas, ninjas, entre outros personagens hilários, Eva Furnari convida os pequenos leitores a refletir sobre questões ligadas a diversidade, as diferentes configurações familiares e as intenções que todos nós temos (ou não) de seguir as atividades que nossas famílias exercem.

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O livro das casas

O livro das casasVocê sabe qual é a casa da pulga? E a casa da imaginação? E a da bagunça? Afinal onde ela mora? Neste livro, Ricardo Azevedo nos propõe inventar imagens que dialoguem com textos escritos a partir da definição de uma casa. As belas imagens criadas pelo autor não pretendem ser uma leitura única, pois é possível criar muitas outras imagens igualmente válidas e interessantes a partir dos textos do livro. Para o leitor, participar desse diálogo e até imaginar outras possibilidades pode ser uma experiência rica, lúdica e divertida.

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Cacoete

cacoeteCacoete era uma cidade muito organizada. Seus habitantes seguiam certas regras especiais. Quem era alto sentava em cadeira alta, quem era baixo sentava em cadeira baixa… Todos viviam bem, até o dia em que Frido, um menino da cidade, foi comprar uma maçã para presentear sua professora, e coisas estranhas começaram a acontecer, coisas que mudariam a cidade para sempre.

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Sam & Dave cavaram um buraco

Sam & Dave cavaram um buraco
Livro traz a curiosa história de Sam e Dave e a missão de encontrar uma coisa muito especial.
Como você sabe quando encontrou algo espetacular? Talvez você possa responder após ler “Sam & Dave cavaram um buraco”.
Por meio de uma divertida aventura ziguezagueante debaixo da terra, é possível que os leitores mais atentos levantem questionamentos como: “O que queremos encontrar?”, “Para qual lado devemos cavar?” Qual caminho devemos fazer para acharmos algo que tanto queremos?
”Numa segunda-feira, Sam & Dave, armados com pás de cabo longo, biscoitos e garrafa térmica com leite e chocolate, resolveram cavar um buraco. Os meninos levaram seu cachorro rumo à empreitada e com a seguinte missão: parar quando encontrassem uma coisa incrível. Então, eles escavaram! Para a esquerda. Para a direita. Para baixo. E de tal forma que num determinado momento, o buraco já era maior do que eles. Cansados, os garotos fizeram uma pausa e continuaram a cavar. Até que começaram a cair, a cair…”
Será que o dia deles acabará bem? Será que realmente encontrarão algo especial? Confira na obra escrita por Mac Barnett.
O livro Sam & Dave cavaram um buraco conquistou diversos prêmios, dentre eles o Prêmio de Melhor Livro Infantil do ano pelo Washington Post, Melhor Livro de Imagens do Huffington Post, Seleção de livros notáveis e best-seller do New York Times, entre outros 15 reconhecimentos pela imprensa internacional.

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Achados & Perdidos

Achados e PerdidosUma história comovente e irresistível, para rir, chorar, refletir e se apaixonar.
Millie Bird é uma garotinha de apenas 7 anos que já sabe muita coisa. Ela já descobriu que todos nós um dia vamos morrer. Em seu Livro das Coisas Mortas, ela registra tudo o que não existe mais. No número 28 ela escreveu “MEU PAI’. Millie descobriu também, da pior forma possível, que um dia as pessoas simplesmente vão embora, pois a mãe dela, abalada com a morte do marido, a abandona numa grande loja de departamentos.
Ela só não está triste porque conheceu Karl, o Digitador, um senhor de 87 anos que costumava digitar com os próprios dedos frases românticas na pele macia de sua mulher. Mas, agora que ela se foi, ele digita as palavras no ar enquanto fala. Ele foi colocado pelo filho em uma casa de repouso, porém, em um momento de clareza e êxtase, ele escapa, tornando-se então um fugitivo.
Agatha Pantha é uma senhora de 82 anos que mora na casa em frente à de Millie e que não sai mais, nem conversa com ninguém, há sete anos. Desde que o marido morreu, ela passou a viver num mundinho só dela. Agatha preenche o silêncio gritando, pela janela, com as pessoas que passam na rua, assistindo à estática na televisão e anotando em seu diário tudo o que faz. Mas, quando descobre que a mãe de Millie desapareceu, ela decide que vai ajudar a menina a encontrá-la.
Então, a adorável garotinha, o velhinho aventureiro e a senhorinha rabugenta partem em uma busca repleta de confusões e ensinamentos, que vai revelar muito mais do que eles imaginam encontrar.

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Adélia

AdeliaAdélia mora em uma casa no campo. Durante o dia, ela brinca com seus irmãos, mas à noite, quando todos estão dormindo, acontece algo bem estranho… Adélia se enche de coragem e, sozinha, percorre um longo caminho até chegar ao local que guarda aquilo que mais ama os livros e sua nova amiga.
Adélia é uma terna homenagem aos livros, à infância e à amizade. Com humor e lirismo, a narrativa traduz a tênue fronteira que as crianças estabelecem entre o mundo real e a fantasia. Noite e dia, busca e encontro são marcados pela paleta dos cinzas em vários tons, sempre em contraposição à cor branca. A leveza e afetividade da personagem é representada pela cor rosa que o traço livre do autor preenche de expressividade.