A velhinha que dava nome às coisas

A velhinha que dava nome às coisasEra uma vez uma velhinha que já não tinha nenhum amigo, pois todos eles haviam morrido. Por isso, ela começou a dar nome às coisas que durariam mais que ela: sua casa, seu carro, sua poltrona. Até o dia em que um cachorrinho apareceu no seu portão. Então, a velhinha acaba dando um nome ao cachorrinho, mesmo correndo o risco de sobreviver a ele.
A autora trata sutilmente de solidão e perda. As bonitas ilustrações, em aquarela de traço firme, imprimem graça e leveza ao texto.

“Era uma vez uma velhinha que adorava dar nome às coisas.
Ela apelidou seu velho carro de Beto.
A velha poltrona onde descansava apelidou de Frida.
Chamava a velha cama onde dormia de Belinha.
E à sua velha casa deu o nome de Glória.” (p. 5)

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