A Tinta

a tinta
A pinta, a tinta, o ponto, a ponta… Num jogo que brinca com os sons e o significado das palavras – que a cada página ganham novos arranjos e novas conotações –, a autora vai pintando um mundo de possibilidades, um mundo colorido pelos alegres desenhos de Nathalia Sá Cavalcante: “Pinto o pé, pinta o cabelo, Pinta a ponta, pinta a pinta. Pinta e ponto com a tinta.” O pinto e o galo também estão convidados a participar dessa algazarra: “O pinto também pinta. Pinta, pinto! Pinta o galo, Pinta então a tinta!” Assim, num desdobrar de sons e cores, o pequeno leitor é convidado a explorar um universo mágico e divertido onde uma palavra leva à outra, um som lembra outro, uma cor puxa outra, e não há limites para a imaginação. Com partitura original de Roberto Bürgel, Bagunça foi indicada em oito categorias do prêmio Maria Clara Machado em 2003 e rendeu a Karen Acioly o de melhor direção. Cada livro da coleção Bagunça corresponde a uma das poesias do libreto, e todos trazem a orelha assinada por um dos mais conhecidos e aclamados escritores brasileiros, o pai do Menino Maluquinho, Ziraldo, que declara: “Karen Acioly se parece com o livro e a ópera infantil que fez e chamou de Bagunça. Ela descobriu que para falar com crianças, você tem que virar criança.” Impossível não virar criança lendo Chuveiro, Os bichos e A tinta. E ponto!

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