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Bolsa como metáfora para ganhar o mundo e a imaginação — eis a forma como Lucia Castello Branco, professora de literaturas brasileira e portuguesa da UFMG, transforma um objeto tão almejado por meninas em metonímia de viagem, descoberta, autoconhecimento. Com habilidade de ourives, a autora não trata o público infantil e juvenil feito criança; lá pelas tantas ajunta ao substantivo “brinquedo” o misterioso adjetivo “inconsútil” — o que enseja outra possível função: bolsa para guardar palavras novas. A história rende homenagem ao escritor Wander Piroli, autor de O menino e o pinto do menino.

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